Visão geral da plataforma DIKTUM: como transformamos conversas de WhatsApp em provas certificadas, com cadeia de custódia, análise por IA e conformidade com a legislação brasileira.
No momento da extração do arquivo .zip, cada arquivo individual recebe um hash SHA-256 calculado sobre seu conteúdo binário original. Qualquer modificação gera um hash completamente diferente.
Todos os hashes individuais são concatenados em ordem determinística e processados novamente por SHA-256, gerando o hash mestre que representa a identidade criptográfica de todo o conjunto probatório.
O hash mestre é submetido a uma Autoridade de Carimbo de Tempo credenciada na ICP-Brasil, operada pelo SERPRO. Confere data e hora legalmente reconhecidas conforme MP 2.200-2/2001.
Extração, transcrição de áudios, OCR de imagens
Análise individual de cada evidência
Cruzamento contra petição, mapeamento legal
Geração de relatório forense e exportação
Todos os áudios são transcritos automaticamente com identificação de falantes (speaker diarization). Pontuação e formatação resultam em texto legível para citação direta na peça processual.
Imagens processadas por OCR otimizado para documentos financeiros brasileiros. Identifica comprovantes PIX, transferências e recibos, extraindo valor, data, remetente e destinatário.
Tratamento fundamentado no exercício regular de direitos em processo judicial (Art. 7, VI da Lei 13.709/2018).
Cadeia de custódia conforme Art. 158-A a 158-F do CPP, introduzidos pelo Pacote Anticrime.
Aderência às diretrizes internacionais de identificação, coleta e preservação de evidência digital.
Carimbo ICP-Brasil com presunção de veracidade equivalente a documento público (CPC Art. 411-II).
Evidências armazenadas com AES-256 em repouso. Comunicação via TLS 1.3. Rotação automática de chaves.
Evidências originais e dados processados excluídos após entrega do relatório. A IA não retém dados de casos anteriores.